ENTREVISTA
TC:
Ana, como você consegue colocar na tela toda essa harmonia de cores
nos seus quadros?
Anatê:"
Eu não enxergo as cores, eu imagino as cores. Imagino um quadro,
coloco-o na minha cabeça antes de executá-lo, passo para a tela
aquilo que estou sentindo ao som de alguma música que estou ouvindo".
TC:
Esta fonte inesgotável de beleza, vem de onde? Como você explica
tudo isso?
Anatê:
"Exatamente, eu deixo fluir tudo naturalmente dentro de mim imaginando
o quadro que vou pintar".
TC:
Você já expôs em outras galerias ou em espaços culturais?
Anatê:
Não, eu recebi o convite do Brasilton, porque fui convidada para
expor meus quadros no Vaticano em maio. Como as informações vazaram,
então começaram a surgir convites para outros lugares, inclusive
para São Paulo".
TC:
Anatê, coo era sua convivência antes de ser reconhecida com artista?
Anatê: "Ficava no anonimato e numa verdadeira obscuridade".
TC:
Para encerrar, você gostaria de dizer mais alguma coisa?
Anatê:
"Digo que a vida é muito bonita, basta apenas sabê-la viver".